Téo é contra utilização da área de preservação ambiental para ampliar aeroporto

Téo Senna

O vereador Téo Senna (PTC) é contra o projeto de ampliação do Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, proposto pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), que pretende utilizar seis milhões de metros quadrados de terras de dunas e restingas da Área de Proteção Ambiental (APA) do Abaeté.

Na quarta-feira, 22, a Câmara Municipal realizou audiência pública sobre a Ampliação do Aeroporto Internacional do Salvador: perspectivas de destruição das restingas e dunas do Abaeté, no Centro Cultural da Casa. Para Téo Senna, a construção de uma terceira pista para o aeroporto de Salvador na área desrespeitará as legislações estadual e municipal, que há 22 anos resguarda este espaço como patrimônio ambiental. “O projeto da Infraero, além de agredir o meio ambiente, agride o bom senso, altera de forma substancial a frequência às praias como Stella Maris, Aleluia e Flamengo. Aquilo ali vai virar cabeceira de pista de decolagens de grandes jatos, com todos os encantos visuais e auditivos que essa condição proporcionará”, afirma.

Saiu na imprensa:

Notícia Capital

Samuel Celestino

Falando na Lata

Bahia Já

2 Respostas

  1. [...] jatos, com todos os encantos visuais e auditivos que essa condição proporcionará”, afirma Téo Senna(PTC), que condena a proposta da Infraero-Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, de [...]

  2. QUEDA E RECUPERAÇÃO DO PELOURINHO
    (Texto de Max Matos enviado ao Jornal A Tarde para publicação)

    Em dezembro do ano passado foi publicado neste espaço um texto de minha autoria (Mazelas do Pelourinho), onde eu lamentava o estado lastimável daquele local e indagava ao governador Jaques Wagner qual a razão do flagrante abandono; se era administrativa, ou política, em detrimento da população. Enviei também cópia a Ouvidoria do Estado e algum tempo depois recebi da uma carta-resposta (em nada convincente), informando da existência de um chamado “Plano de Reabilitação” e me convidando a visitar o “Escritório de Referência do Centro Antigo”, localizado à Rua Gregório de Matos, nº 41. No último dia 17.07, participei de uma Audiência Pública realizada pela Câmara Municipal de Salvador, onde foi discutida a decadência do Pelourinho, mas saí de lá decepcionado, pois não foi decidido nada; só “blá blá blá e abobrinhas”. A comunidade bem representada por figuras bastante conhecidas e que vivem na área, colocaram de forma bem clara os graves problemas enfrentados pelos moradores e comerciante. O resto foi só discurso vazio, e o pior ainda estava por vir, foi quando o representante o Governo do Estado usou o seu tempo para falar apenas da realização da festa de São João que aconteceu bem no estilo “pão e circo” e sem nenhuma consulta prévia à comunidade. Como se não bastasse, apresentou ainda três minutos de um vídeo promocional sobre o evento que já havia sido exibido exaustivamente na TV como propaganda institucional. Em suma: O importante na tal Audiência não aconteceu (ou eu estava enganado no seu real objetivo), que era a resposta que todos querem saber; “Porque deixaram aquele que era o mais importante cartão postal de Salvador cair, e o que se está fazendo para recuperá-lo”. Isso não foi esclarecido, e pelo visto tão cedo não será.

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